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9 formas de pensar mais racionalmente e desenvolver a sua própria opinião


Desenvolvimento Racional de Opiniões

9 formas de pensar mais racionalmente e desenvolver a sua própria opinião
Originalmente 25 de junho, 2014

A imagem mostra a parte da pintura "menina com livro" por Jose Ferraz de Almeida Júnior. Ela está descansando sua cabeça em sua mão e levantando um pouco, em pensamento.
Garota com Livro, por José Ferraz de Almeida Júnior

Quando se trata de escrever dissertações e argumentos, muitos estudantes regurgitam as opiniões de qualquer autor que eles estejam lendo no momento, sem questionar se realmente concordam com ele e com suas ideias.

Entretanto, se você realmente quer se destacar academicamente, na profissão ou na vida, você precisa ser capaz de pensar racionalmente e desenvolver as suas próprias opiniões (e claro, expressa-las claramente). Tais habilidades são essenciais para a escrita de uma boa dissertação, e permitirá que você impressione os responsáveis por admissão em suas cartas de apresentação – e mais ainda, nas apresentações universitárias. Examinadores e responsáveis por admissões serão capazes de dizer imediatamente se você está expressando uma opinião que é realmente de outra pessoa ou se você pensou sobre isso com cuidado suficiente para chegar a sua própria conclusão em um problema. Mas descobrir qual é a sua opinião pode ser um desafio quando você está profundamente imerso nas opiniões de outras pessoas. Neste artigo, analisaremos como você pode abordar o que você está estudando com uma mente objetiva, e como você pode trabalhar no que você realmente pensa sobre algo.

1. Leia muito
A imagem mostra uma menina que lê um livro, cercada por pilhas e por pilhas de outros livros.
Aumente e diversifique o que você lê.

O primeiro e mais crucial ponto sobre formar sua própria opinião é que, é vital ler muito – e considerar o que você lê criticamente, procurando por falhas nos argumentos. Se você ler apenas o trabalho de um acadêmico sobre um determinado assunto, você só terá um ponto de vista – e você acabará regurgitando está visão como se está fosse a única aproximação possível para o argumento em debate. De fato, é quase certo apenas uma de uma gama de opiniões e pode nem ser o argumento mais convincente. 
Quantos outros estudiosos concordam com essa opinião? Será este escritor o único que pensa assim? Mesmo em casos em que há um ponto de vista amplamente aceito, haverá outros que buscam desafiar esse ponto de vista com opiniões que podem ser surpreendentemente persuasivas. E não importa o quão amplamente aceita uma opinião é, ainda vale a pena ler o que os "desafiadores" têm a dizer, porque se nada mais, pelo menos, fornece uma nova perspectiva e pode apontar para as fraquezas no principal argumento. 
As Universidades e estudiosos pela sua própria natureza procura desafiar opiniões e teorias aceitas, e esta é uma mentalidade que você precisa começar a desenvolver se você quiser ser um acadêmico de sucesso por si próprio.
2. Entenda as motivações do Autor
A imagem mostra um fazendeiro que sustenta uma cópia do livro vermelho pequeno de Mao.
Alguns escritores podem estar promovendo uma opinião tendenciosa.

A chave para pensar logicamente sobre o que você lê – e finalmente formar sua própria opinião – é lembrar que escritores raramente são imparciais. Pessoas escrevem com suas próprias motivações - objetivos secretos ou razões para fazer algo -, que foram moldados pela sua educação por suas experiências, e por sua vez moldam o texto para tentar persuadir o leitor de que a opinião do escritor esta certa. Se for visto em isolamento, sem contra-argumentos, é fácil de ser iludido em pensar que este é o único ponto de vista possível sobre uma questão específica. Este, entretanto não é o caso, e é por isso que é importante ler muito.
Informações sobre qualquer assunto – seja esta vinda de pesquisas acadêmicas ou de uma fonte original – deve ser sempre avaliada no contexto do próprio escritor. Pergunte a si mesmo, qual era a motivação do escritor ao escrever sobre este texto. Seja isto obvio ou não, pode haver uma motivação oculta ou tendenciosa. Teria sido ele influenciado por suas opiniões politicas, por exemplo? Qual é o seu passado – o que levou ele a acreditar nesta opinião em particular? Será que o autor escreveu a  sua conclusão sobre o sistema de saúde baseado em um problema que ele teve no passado? Será esta uma pesquisa estudantil para tirar o crédito do trabalho de um colega acadêmico por causa de alguma antipatia pessoal? Você não pensaria que esse tipo de coisa moldaria a opinião de um escritor ou acadêmico, mas o fazem – eles são pessoas também, e estão propensos as mesmas fraquezas e preconceitos que você ou eu. Sendo assim, sempre que você ler algo, pergunte a si mesmo: “por que este escritor quer que eu pense assim? E sobre o que esse argumento realmente se refere?”
3. Seja honesto consigo sobre os seus preconceitos
A imagem mostra um homem que anda um cão. Ambos estão tentando caminhar em direções opostas.
Considere onde estão seus próprios preconceitos.
Assim como os escritores têm seus preconceitos, você também tem os seus - mesmo que você não os perceba. Seu próprio passado, experiências e visão moldaram a forma como você enxerga o mundo, e talvez influencie suas resposta a uma determinada questão. Se você se enxerga como um socialista, por exemplo, você pode formar uma aversão automática para literatura escrita de um ponto de vista conservador – quer as evidências suportem ou não aquele argumento conservador. Além do mais, muitas vezes lemos apenas opiniões que esperamos ou que nos interessa; Novas opiniões contrárias aos nosso ponto de vista existentes são difíceis de lidar porque nos obrigam a mudar a maneira como pensamos sobre as coisas, e isso às vezes é difícil de aceitarmos. 
A chave para encontrar nossa verdadeira opinião é superar estas tendências, preconceitos, inclinações. Se você encontrar-se acatando uma opinião particular ou fortemente concordando ou discordando com algo que você lê, você deve questionar rigorosamente tanto o escritor quanto a si próprio. Retornar às evidências por trás de uma opinião – avaliando os fatos da forma mais rudimentar possível – é uma boa maneira de forçar a si mesmo a olhar objetivamente para as coisas.
4. Avalie as evidências
A imagem mostra uma estátua com uma lupa.
Analise as evidências minunciosamente.

A outra pergunta importante para se fazer ao ler um trabalho acadêmico é: “Em que eles estão baseando a opinião?” Todas as opiniões acadêmicas devem basear-se em uma prova ou evidências concretas, embora existam muitos estudiosos que não desejam basear toda uma grande teoria em alguns pedaços de evidência muito tênue. É por isso que é importante abordar aos trabalhos acadêmicos com uma mente crítica. Qual evidência realmente foi usada para esta opinião? Há alguma evidência convincente do contrário? 
Se isso ajudar, anote uma grande lista do significado de uma evidência para uma determinada questão; Para cada coisa que você lê nesse tópico, continue adicionando pontos à lista. Você vai acabar com uma lista de evidências reais e você pode usá-lo para decidir o que você acha que é o argumento mais atraente com base nos fatos. Você pode até mesmo acabar formando sua própria hipótese única fazendo isso. Pensar sobre o que você lê desta maneira irá ajudá-lo a formar a sua própria opinião e impedi-lo de se tornar influenciado por qualquer opinião que você esteja lendo no momento.

5. Preste atenção a linguagem
Quando eu estava na universidade, meu tutor me disse que eu nunca deveria usar a palavra "certamente" em uma redação, porque me faz soar como se estivesse tentando - sem sucesso - convencer-me da veracidade do que eu estava escrevendo: "Certamente que ... " Este é apenas um dos muitos exemplos de linguagem sutilmente persuasiva que pode revelar o quão confiante (ou não) um escritor está em sua própria opinião. Frases como "até onde sei" ou "é bem provável que" deve soar sempre um alarme em sua cabeça. Saber identificar essa linguagem também pode dizer se você está ou não "sendo enganado"; Embora a escrita acadêmica deve ser o mais objetivo possível, o escritor usará frequentemente linguagem sutilmente persuasiva para tentar convencê-lo de que sua própria opinião é certa.
6. Não se perca nos detalhes
A imagem mostra um krater grego.
Euphronios Krater (ca. 515 BC).

Quando você está lendo um artigo acadêmico - que é muitas vezes detalhista ao extremo - é sempre muito fácil de ficar preso nas minúcias e perder o foco no tema central. Claramente as generalizações são ruins e, naturalmente, devem ser questionadas; Há uma razão pela qual os trabalhos acadêmicos são tão detalhados. Mas há um perigo em se concentrar demais nos pequenos detalhes, que devem ser vistos no contexto de como eles se encaixam neste "quadro maior". Por exemplo, digamos que você está olhando para um vaso grego antigo. Os detalhes da sua decoração podem parecer incrivelmente importante quando você está lendo sobre eles - como estes traços em particular nesta cena mítica representa um desenvolvimento de um tipo anterior de desenho e isso deve representar um importante avanço no desenvolvimento da arte no Tempo. No entanto, esses detalhes podem levá-lo a perder de vista um ponto mais importante, que é para que era usado este tipo de vaso: este na figura acima é um krater, por exemplo, e foi usado para misturar vinho e água, pois beber vinho não diluído era algo que os Antigos gregos considerados bastante "bárbaro"; E foi portanto algo que facilitou uma ação que os gregos consideravam torna-los mais civilizados (uma importante distinção cultural). Esses vasos estavam presentes nos "simpósios" da Grécia Antiga e festas intelectuais que eram uma característica importante da sociedade grega aristocrática. Aqueles riscos na decoração podem ser um desenvolvimento interessante em técnicas artísticas, mas tais vasos em geral são importantes também por seu uso. Ao formar suas próprias opiniões, levar o contexto em consideração é vital. Se você não fizer isso, seu argumento ficará incompleto e pode perder o sentido.

7. Risque os seus livros
A imagem mostra um estudante que olha um livro pesadamente anotado.
Anotar seus livros pode ajudá-lo a focar seu pensamento - apenas certifique-se de fazê-lo a lápis.

Um método que eu acredito ser bastante útil para formar minhas próprias opiniões sobre o que estou lendo é manter um lápis ao meu lado pronto para fazer comentários e perguntas nas margens e demarcar sentenças importantes. Você não precisa escrever comentários longos (não há espaço para isso); Às vezes apenas um "Não!" É suficiente! Obviamente você só deve fazer isso com seus próprios livros - não livros da biblioteca. 
Percebi que apenas ter o lápis em minhas mãos já me obriga a interagir mais com o que estou lendo, fazendo-me olhar mais criticamente para o texto e pensar se eu concordo ou não com alguma coisa. 
Sublinhar frases que você acha importantes não ajuda apenas a encontrá-las novamente - ajuda a lembrar delas, e é uma maneira de você se envolver com o texto mais como faria em uma discussão acadêmica. Imagine que você está tendo uma discussão com o autor - o que você diria para eles ou lhe perguntaria?
8. Escreva

Escrever força você a articular/organizar os seus pensamentos claramente, sendo assim, manter um bloco de notas ao seu lado enquanto esta lendo é uma boa pratica. Sempre que algo lhe vier a cabeça sobre o que você esta lendo – seja um pensamento independente ou uma pergunta – anote. Você talvez acabe por encontrar algo que contradiga seus pensamentos, mas tudo isso é parte do processo de chegar as suas próprias conclusões. Conforme você se prepara para escrever uma dissertação, escreva um pequeno resumo em forma de lista de quais são as opiniões de acadêmicos e autores sobre o tópico em questão, para cada item da lista insira 1 ou 2 sub-lista detalhando qual evidência suporta cada opinião. Logicamente, qual faz mais sentido para você? Com qual você concorda mais? Sua opinião se encaixa em algum lugar nos pontos de vista que você está vendo? Um outro bom meio de escrever para formar sua própria opinião é começar um blog. Isto ajudará você a compartilhar as suas respostas sobre o que você está lendo, e por ser mais informal pode auxiliar você expressar mais facilmente suas visões do que em um contexto mais formal como uma dissertação. Um bônus adicional é que os blogs sobre o que você leu realmente irão impressionar seus entrevistadores ou quem lhe avalia para uma vaga universitária ou de emprego!
9. Participe de debates
A imagem mostra dois sinais de estrada, apontando em sentidos opostos.
Discussões acadêmicas irão ajudá-lo a considerar ambos os lados de um argumento.

Universidades não podem - ou não deveriam - ser lugares tão isolados, com apenas você e alguns livros. 
A vida universitária é sobre o debate, e embora você provavelmente veja o debate acontecendo entre acadêmicos em livros e revistas, isso não vai ser suficiente para estimular você a explorar o que você pensa. 
É por isso que as discussões nas Universidades são tão importantes. Participar de debates com colegas, estudantes e professores irá desafiar as suas opiniões e oferecer pontos de vista alternativos para o seu próprio; Pode ser que eles sejam mais persuadidos baseado em certas evidências que você menospreza, ou que eles tenham lido algo que você não leu. O ato de explicar e defender sua própria opinião também lhe dá a chance de articulá-lo e consolidar as razões pelas quais você acredita em algo. Não seja teimoso(a), porém - você não ganhará pontos por aderir a uma opinião para a qual as evidências não se encaixam, então se você se encontrar com uma opinião errada, aceite!
Se tudo isso soa como muita coisa para pensar quando você já está lutando arduamente para se familiarizar com a literatura acadêmica, não se preocupe! Quanto mais você praticar essa abordagem crítica, mais fácil será. Tornar isso um desafio para sí mesmo e encontrar algo em um trabalho acadêmico para discordar - encontrar provas para apoiar o seu desacordo. Isso irá ajudá-lo a tornar-se brilhante no debate, uma habilidade que irá provar inestimável em seus argumentos, sala de aula e entrevistas de emprego. Este pensamento crítico também irá mantê-lo em bom lugar para a vida: para nossos amigos, para os anúncios de televisão, todo mundo está tentando convencê-lo de algo, assim adotar um grau saudável de ceticismo só pode ser uma coisa boa!


Traduzido por: Wanderlei Santana - sans.pds@gmail.com
Notas da tradução: Eu tentei manter tudo original, por se tratar de uma tarefa nem sempre possível, adaptei algumas frase ao contexto que é comumente usado por nós que falamos o idioma Português.

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